
"Proporcionar infraestruturas escolares seguras e de elevada qualidade a todos os alunos é um enorme desafio", disse a ministra da Educação timorense, Dulce Soares.
Segundo a responsável, apesar de o Ministério da Educação construir e reparar escolas todos os anos, as "necessidades em termos de infraestruturas ultrapassam a capacidade de as fornecer através dos fundos governamentais".
A ministra falava durante a cerimónia de assinatura do memorando de entendimento, que decorreu na escola básica, com a presença da embaixadora de Portugal, Manuela Bairos, e do Presidente timorense, José Ramos-Horta.
"É sempre uma prenda muito apreciada quando um dos nossos parceiros fornece uma nova escola, a reabilitação de uma escola ou quaisquer outras instalações estruturais que ajudarão os nossos alunos a estudar num ambiente mais seguro e protegido", acrescentou a ministra.
A embaixadora de Portugal disse que o projeto de reabilitação vai custar 138 mil euros e visa recuperar sete salas de aulas, a sala da direção e a construção de um furo de água.
As obras vão ter início em maio.
"Desde 2022 que tínhamos este objetivo de reabilitar algumas salas da escola e finalmente conseguimos", disse a embaixadora.
A escola básica central do Farol é frequentada por mais de dois mil alunos.
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