
O FC Porto foi a Oliveira de Azeméis impor-se à Oliveirense com um golo solitário tardio, no derradeiro minuto do jogo, que apenas garantiu a segunda vitória nos quartos de final, uma vez que nessa fase do jogo a qualificação para a Final Four da Liga dos Campeões já estava praticamente garantida após o triunfo no Dragão Arena, por 4-2, na primeira mão. Para disputar o acesso à final, os azuis e brancos terão pela frente o Benfica, que eliminou o Reus (Espanha) nesta fase.
Os portistas souberam controlar os tempos de jogo, tornando-o incaracterístico e amiúde um espetáculo desinteressante, e que se arrastou sem golos até àqueles instantes finais, quando Hélder Nunes lhe causou um dos poucos rasgos de brilhantismo. O avançado conduziu a bola em diagonal, driblou por dois adversários e rematou cruzado, sem defesa para o guarda-redes Xano Edo.
Até então, ressalva-se apenas o golo invalidado - ou melhor, que não terá contado – e explica-se - à Oliveirense, aos 12 minutos da primeira parte, depois de Facundo Navarro ter batido Xavi Malián, mas a equipa de arbitragem considerado que o jogo já teria sido interrompido.