Problemas perante os contra-ataques do Benfica

“Tivemos tantos remates como o Benfica, tivemos ocasiões. Não entrámos bem. O nervosismo, a ansiedade, vê-se em pequenas coisas. Falhámos passes de 4/5 metros. Trabalhámos muito o equilíbrio defensivo, o Benfica é das equipas mais fortes que me lembro no ataque rápido. Quando nos desmanchámos, o Benfica é letal no ataque rápido. Colocou-se em vantagem por 2-0 assim.”

Segunda parte

“Não posso dizer que entrámos mal na segunda parte. Mas, quando as equipas estão nestes lugares, qualquer erro é pago muito caro. Se calhar merecíamos mais qualquer coisa, tal como no jogo da primeira volta.”

Dificuldades para pontuar não traduzem nível do Farense

“Quem analisa jogos, quem tem conhecimento do jogo, percebe que não fomos o saco de pancada que disseram que íamos ser. O desnível entre as equipas grandes e as outras está enorme. O futebol tem de mudar. Já ouvi esta semana que o futebol português está doente, está, efetivamente, doente. O desnível está cada vez maior. O futebol dá de comer a muita gente incompetente. Que não pense que pode dizer o que apetece sem consequências. É inadmissível o que ouvimos esta semana. Nós até podemos descer de divisão. É o mais provável neste momento, mas sempre de cabeça erguida. Não admito que nos faltem ao respeito e houve um senhor que nos faltou muito ao respeito.”