Um dos casais que viveu um ‘felizes para sempre’ após participar no Casados à Primeira Vista, da SIC, foi Bruno Fernandes e Tatiana Magalhães.

Contudo, em declarações à TV Guia, revelaram agora que viveram um momento de terror esta terça-feira, 25 de março. “Foi tudo muito esquisito desde segunda-feira. Chegámos à loja na segunda-feira e havia polícias, PJ’s à paisana espalhadas pela rua, cercaram a rua São Vicente, onde temos a loja. Na segunda-feira estava bastante frio e estavam carros parados na nossa rua com agentes lá dentro”, começou por dizer.

O que aconteceu foi que a Polícia Judiciária capturou, em Braga Jonny Smyth, um homem de 26 anos que estava a ser procurado há vários meses por suspeitas de ter assassinado a tiro e escondido o corpo de um outro homem com quem passou férias em Alicante, Espanha. Só que tudo aconteceu perto da loja dos ex-concorrentes de Casados à Primeira Vista.

“Estamos só aqui a vigiar uma situação”

Ao acontecer, Bruno Fernandes foi falar com os agentes: “Eu via-os sempre a olhar para a minha loja, sempre a olhar para a minha loja, e pensei ‘mas o que é que se passa?’ Abordei um deles e perguntei ‘estamos a fazer alguma coisa de mal? Estão sempre a olhar para a nossa loja. E eles responderam-me: ‘não, não, estamos a olhar para cima. Na direção da sua loja, mas não é para a sua loja. E eu mas posso ajudar em alguma coisa? E eles ‘não, não, estamos só aqui a vigiar uma situação’. Apercebi-me logo de que eram da PJ por causa do aspeto, da forma de estar”, recorda.

No final, quando estavam a ir embora, revelam: “Chegou um carro a alta velocidade pela rua a dentro, pára junto à nossa loja, sai uma senhora, uma agente e vira-se ‘já temos o mandato.” E acrescentam: “Todos os polícias que estavam espalhados, nem tinha dado por ela que eram polícias, contámos 14 em direção ao prédio. Este homem que foi apanhado estava num alojamento local, entraram 14 agentes pelo prédio adentro. E detiveram o fulano.”

“Tinham detido uma pessoa que tinha cometido um homicídio”

Por fim, confessam que ficaram sempre assustados porque não faziam ideia do que se passara: “Acabámos por saber ontem que tinham detido uma pessoa que tinha feito um homicídio noutro país. Hoje é que soubemos mais ao pormenor e não se fala outra coisa aqui. Mesmo a 200 metros da nossa loja”.

Texto: Maria Constança Castanheira; Fotos: Redes Sociais