Recorde-se que o cessar-fogo entre o Hamas e Telavive foi quebrado esta semana, na terça-feira, quando Israel retomou os ataques conta a Faixa de Gaza.
"O ataque aéreo [realizado na terça-feira] contra os terroristas do Hamas foi apenas o primeiro passo. O resto será muito mais difícil e eles pagarão o preço", disse Katz.
O Governo israelita ameaçou hoje causar "destruição e devastação total" em Gaza se os 59 reféns ainda detidos pelo Hamas não forem libertados e vai pedir novamente a retirada dos palestinianos das zonas de combate no enclave.
O subsecretário-geral das Nações Unidas Jorge Moreira da Silva confirmou hoje que um funcionário morreu na sequência de um ataque israelita a instalações da organização na Faixa de Gaza e rejeitou que tenha sido um acidente.
O Ministério da Saúde do Hamas na Faixa de Gaza aumentou o número de mortos nos bombardeamentos israelitas nas últimas 48 horas para 970, num novo relatório divulgado nesta quarta-feira.
Os ataques israelitas contra a Faixa de Gaza causaram mais de 970 mortos em 48 horas, segundo um balanço divulgado hoje pelo Ministério da Saúde do Hamas.
Manifestantes organizam protestos em frente à residência oficial de Benjamin Netanyahu em representação dos reféns israelitas e contra os últimos ataques. Exigem declarações e um cessar-fogo imediato.
"O regime sionista demonstrou mais uma vez (...), com os seus brutais ataques em Gaza, que é um Estado terrorista que se alimenta do sangue, das vidas e das lágrimas de pessoas inocentes", declarou Erdogan.
Durante um discurso na Academia Militar da Universidade de Defesa Nacional turca, o chefe de Estado afirmou que "os responsáveis pela barbárie" serão responsabilizados "por cada gota de sangue derramada"
Fim do cessar-fogo leva parte da comunidade internacional a aumentar pressão sobre Netanyahu. Primeiro-ministro usou o ataque para pedir escusa em regressar ao tribunal, onde está a ser julgado, e para tentar demitir o líder dos serviços internos de inteligência, que quer investigar responsabilidade
A UE deplorou hoje a quebra por parte de Israel do cessar-fogo com o Hamas, num ataque à Faixa de Gaza que causou pelo menos 420 mortos, e exigiu o fim das operações militares israelitas.
Israel considera Portugal um "país amigo", mas pretende maior apoio, "não militar, mas político", afirmou hoje à Lusa o embaixador israelita em Lisboa.
Kaja Kallas exigiu em nome da UE o fim da incursão de Telavive no enclave palestiniano: “Israel tem de parar com as operações militares e voltar a deixar entrar apoio humanitário e eletricidade em Gaza.”
“Chocado e triste com as notícias vindas de Gaza e as muitas vítimas civis após os ataques aéreos israelitas na noite passada”, escreveu António Costa, esta terça-feira, numa mensagem publicada na rede social X.
O Presidente da República lamentou hoje o agravamento da situação no Médio Oriente, com bombardeamos israelitas a Gaza, comentando que "há quem, dos vários lados, não queira a fórmula" de «dois povos, dois Estados» e faça tudo para a impossibilitar.
Israel vai, "a partir de agora, agir contra o Hamas com crescente intensidade militar", garantiu hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, poucas horas depois de um ataque à Faixa de Gaza que pôs fim a dois meses de tréguas.
Um refém israelita terá morrido e outros dois ficaram feridos na sequência dos ataques aéreos de Israel sobre a Faixa de Gaza, segundo um alto responsável do Hamas, citado pelo braço armado do grupo, as Brigadas Al-Qassam. A identidade das vítimas não foi revelada.
As forças de defesa de Israel emitiram esta manhã ordens de evacuação de algumas zonas da Faixa de Gaza, o que indica que o cessar-fogo terminou, pelo menos na ótica de Israel.
Israel vai, "a partir de agora, agir contra o Hamas com crescente intensidade militar", garantiu hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, poucas horas depois de um ataque à Faixa de Gaza que pôs fim a dois meses de tréguas.
O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, acusou hoje Israel de cometer "crimes de guerra" e exigiu o fim imediato da colonização na Cisjordânia ocupada e a retirada de todos os colonos.